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5º ANO    
As Sociedades Recolectoras (Ficha Informativa) 5º Ano  
As Sociedades Recolectoras (Jogo) 5º Ano  
As Comunidades Agro-Pastoris (Ficha Informativa) 5º Ano  
Contactos com Povos Mediterrâneos (Ficha Informativa) 5º Ano  
Características Naturais da Península Ibérica (Ficha Informativa) 5º Ano  
A Península Ibérica na Europa e no Mundo (Ficha Informativa) 5º Ano  
Os Primeiros Habitantes da Península Ibérica (Ficha Informativa) 5º Ano  
Navegadores Portugueses (Ficha Informativa) 5º Ano  
Instrumentos de Navegação (Ficha Informativa) 5º Ano  
O Império Colonial Português (Ficha Informativa) 5º Ano  
Os Romanos na Península Ibérica (Jogo) 5º Ano  
Os Romanos na Península Ibérica (Ficha Informativa) 5º Ano  
Os Muçulmanos na Península Ibérica (Ficha Informativa) 5º Ano  
O Relevo e o Clima na Península Ibérica (Ficha Informativa) 5º Ano  
A Reconquista Cristã (Jogo) 5º Ano  
A Reconquista Cristã (Ficha Informativa) 5º Ano  
Um Novo Reino Chamado Portugal (Ficha Informativa) 5º Ano  
Um Novo Reino Chamado Portugal (Ficha de Trabalho) 5º Ano  
Portugal no Século XIII (Ficha Informativa) 5º Ano  
Portugal no Século XIII (Ficha de Trabalho) 5º Ano  
A Crise de 1833-1885 (Ficha Informativa) 5º Ano  
A Crise de 1383-1385 (Fichas de Trabalho) 5º Ano  
Portugal no Século XV e XVI (Ficha Informativa) 5º Ano  
Barcos e Instrumentos de Navegação Jogo) 5º Ano  
O Império Colonial Português (Jogo) 5º Ano  
A Viagem à Índia (Jogo) 5º Ano  
A Descoberta do Brasil (Jogo) 5º Ano  
Navegadores Portugueses (Jogo) 5º Ano  
Drogas e Especiarias do Oriente (Jogo) 5º Ano  
O Império Português do Século XVI (Jogo) 5º Ano  
A Lisboa Quinhentista (Ficha Informativa) 5º Ano  
A Lisboa Quinhentista (Jogo) 5º Ano  
A Perda da Independência (Jogo) 5º Ano  
A União Ibérica (Ficha Informativa) 5º Ano  
O Domínio Filipino (Jogo) 5º Ano  
A Restauração da Independência (Ficha Informativa) 5º Ano  
A Restauração da Independência (Jogo) 5º Ano  
O Império Colonial Português do Século XVIII (Ficha Informativa) 5º Ano  
O Infante D. Henrique (Ficha Informativa) 5º Ano  
A Descoberta dos Açores e da Madeira (Ficha Informativa) 5º Ano  
D. João II (Ficha Informativa) 5º Ano  
A Chegada à Índia e ao Brasil (Ficha Informativa) 5º Ano  
D. Manuel I (Ficha Informativa) 5º Ano  
O Estilo Manuelino (Imagens) 5º Ano  
A Sociedade Portuguesa do Século XVIII (Ficha Informativa) 5º Ano  
O Barroco (Ficha Informativa) 5º Ano  
O Barroco (Imagens) 5º Ano  
A Lisboa Pombalina (Ficha Informativa) 5º Ano  
O Terramoto de 1755 (Ficha Informativa) 5º Ano

daqui

  

PLANIFICAÇÃO: 1. A PENÍNSULA IBÉRICA - LUGAR DE PASSAGEM E DE FIXAÇÃO

 
1. A PENÍNSULA IBÉRICA — LUGAR DE PASSAGEM E DE FIXAÇÃO
1.1 AMBIENTE NATURAL E PRIMEIROS POVOS
1.1.1 A Península Ibérica na Europa e no Mundo
· Importância da posição da Península Ibérica
1.1.2 Características naturais da Península Ibérica
· Traços morfológicos e principais rios
· Clima e vegetação natural
1.1.3 Os recursos naturais e a fixação humana
· As primeiras comunidades recolectoras
· As comunidades agro-pastoris
· Contactos com povos mediterrâneos
Conceitos/noções básicas:
· Globo terrestre*
· Mapa*
· Planisfério*
· Atlas*
· Continente*
· Oceano*
· Equador*
· Rosa dos Ventos*
· Hemisfério*
· Costa*
· Escala
· Legenda
· Península*
· Planalto*
· Montanha*
· Vale*
· Temperatura*
· Precipitação
· Vegetação natural
· Rede hidrográfica
· Recurso natural
· Utensílio*
· Recolecção
· Nómada
· Sedentário
· Pastorícia*
· Agricultura*
· Itinerário
· Documento
OBSERVAÇÕES/SUGESTÕES METODOLÓGICASINTERPRETAÇÃO/CLARIFICAÇÃO DE CONTEÚDOS E DE CONCEITOS/NOÇÕES BÁSICAS —
Sugere-se que:
· se evidencie a posição da Península Ibérica na Europa, entre o mar Mediterrâneo e o oceano Atlântico e a sua inserção em espaços territoriais mais vastos (a Europa e o Mundo);
· se localize o continente europeu em relação aos outros continente europeu em relação aos outros continentes e aos oceanos, salientando os principais contrastes na forma e dimensão.
· se inicie a construção do conceito de escala através da observação e comparação de mapas de escalas diferentes;
· se efectue o estudo dos traços morfológicos da Península Ibérica de forma simples, localizando os principais acidentes morfológicos e os principais rios;
· se efectue o estudo das características gerais do clima, evidenciando apenas os contrastes Verão e Inverno e a existência de variações climáticas regionais (em termos de mais quente, mais frio, mais chuvoso e mais seco);
· se saliente a relação entre o clima e a vegetação natural e a evolução dessa vegetação por acção do homem, referindo-se os principais recursos naturais oferecidos às comunidades que se fixaram na Península Ibérica (alimentação, produção de vestuário e de utnesílios);
· se refiram os aspectos mais significativos da vida quotidiana das comunidades recolectoras e das agro-pastoris, embora de forma sumária e sem a preocupação da análise do processo evolutivo;
· se efectue o estudo das comunidades agro-pastoris com base em exemplos das comunidades castrejas;
· se identifique, relativamente aos povos mediterrâneos que contactaram a Península Ibérica, apenas o local de origem, a sucessão de chegada de Fenícios, Gregos e Cartagineses e se relacione a chegada destes povos com a atracção exercida pelos recursos naturais existentes na península Ibérica;
· se efectue uma primeira sensibilização ao conceito de documento, através da identificação de vestígios materiais, sem recorrer, no entanto, à classificação de fontes;
· se utilizem como referentes temporais apenas «antes de», «depois de» e «há muitos milhares de anos».
·
TÉCNICAS/ACTIVIDADES—
Sugere-se, entre outras, as seguintes actividades:
· início da organização do atlas da aula;
· manuseamento de globos e mapas (planisférios, mapas da Europa e da Península Ibérica);
· recorte de notícias de jornais e recolha de selos, postais, fotografias, etc., localizando, em planisférios feitos pelos alunos, os países ou continentes a que eles se referem;
· análise da frequência dos documentos obtidos e sua relação com factores de proximidade geográfica;
· leitura comparativa e tratramento gráfico dos dados numéricos relativos às áreas dos continentes e oceanos;
· observação da mapa hipsométrico da Península Ibérica e representação das principais manchas de relevo e dos principais rios, em mapas a elaborar pelos alunos;
· leitura e registo de valores da temperatura e precipitação no meio local, utilizando aparelhos de medida e construção dos respectivos gráficos;
· observação de gráficos de temperatura e precipitação em diferentes locais da Península Ibérica e comparação com os realizados para o meio local;
· observação de mapas de distribuição da precipitação na Península Ibérica e comparação com o mapa hipsométrico;
· observação e comentário de gravuras, diapositivos e diaporamas representando aspectos da vida quotidiana das comunidades recolectoras e agro-pastoris;
· análise e comentário de notícias ou reportagens sobre estações ou descobertas arqueológicas relacionadas com estas comunidades;
· registos pelos alunos em mapas-mundos dos itinerários de Fenícios, Gregos e Cartagineses;
· visita de trabalho a uma estação arqueológica ou a museus com colecções de vestígios arqueológicos desta época, caso existam no local onde a escola se insere.
NÚMERO DE AULAS PREVISTAS — 14
 
 

PLANIFICAÇÃO: 1.3. OS MUÇULMANOS NA PENÍNSULA IBÉRICA - CONVIVÊNCIA E CONFRONTO

 
1.3 OS MUÇULMANOS NA PENÍNSULA IBÉRICA – CONVIVÊNCIA E CONFRONTO
1.3.1 A ocupação muçulmana
1.3.2 Cristãos e Muçulmanos no período da Reconquista
1.3.3 A herança muçulmanaConceitos/noções básicas:
· Árabe
· Muçulmano
· Mouro
· Reconquista
* Conceitos já abordados no 1.º ciclo.** Subtema de tratamento mais aprofundado.
ARTICULAÇÃO COM OS OBJECTIVOS GERAIS —
Com o tratamento deste subtema pretende-se que os alunos:
· reconheçam mudanças operadas na Península ibérica com a permanência dos Muçulmanos, através do reconhecimento de testemunhos;
· reconheçam a possibilidade de coexistência, no mesmo espaço, de povos com culturas diferentes.
OBSERVAÇÕES/SUGESTÕES METODOLÓGICASINTERPRETAÇÃO/CLARIFICAÇÃO DE CONTEÚDOS E DE CONCEITOS/NOÇÕES BÁSICAS—
Sugere-se que:
· se efectue uma referência breve à resistência no território das Astúrias e à progressão da Reconquista, sem a preocupação de analisar o processo;
· se abordem as situações de convivência e de Muçulmanos, com base em episódios concretos e significativos;
· se relacione, de preferência, os episódios ocorridos na região em que os alunos vivem;
· se relacione a invasão muçulmana com as características atractivas da península Ibérica;
· se efectue, relativamente à herança muçulmana, uma simples identificação de vestígios histórico-culturais.

TÉCNICAS/ACTIVIDADES —
Sugerem-se, entre outras, as seguintes actividades:
· continuação da organização do atlas da aula;
· continuação da construção do friso cronológico;
· observação e interpretação de um mapa do Império Muçulmano no século VIII;
· observação de mapas da Península Ibérica com a progressão da Reconquista;
· observação/leitura e comentário de gravura e comentário de gravura, diapositivos, diaporamas ou banda desenhada sobre a civilização muçulmana neste período;
· análise e comentário de textos sobre episódios do confronto e da convivência entr Muçulmanos e Cristãos e sua dramatização em actividades da Área-Escola
· recolha pelos alunos de lenhas sobre a permanência muçulmana;
· recolha de vocábulos portugueses de origem árabe.
NÚMERO DE AULAS PREVISTAS — 3

 

 

 

PLANIFICAÇÃO: 1.2. OS ROMANOS NA PENÍNSULA IBÉRICA - RESISTÊNCIA E ROMANIZAÇÃO

 
1.2 OS ROMANOS NA PENÍNSULA IBÉRICA – RESISTÊNCIA E ROMANIZAÇÃO
1.2.1 A conquista romana e a resistência dos povos ibéricos
1.2.2 A Península Ibérica romanizadaConceitos/noções básicas:
· Império*
· Cristianismo
· Era cristã
· Romanização
ARTICULAÇÃO COM OS OBJECTIVOS GERAIS—
Com o tratamento deste subtema pretende-se que os alunos:
· reconheçam mudanças operadas na Península Ibérica com a romanização, através do reconhecimento de vestígios deixados pelos romanos;
· reconheçam valores éticos patentes em acções individuais ou colectivas.
OBSERVAÇÕES/SUGESTÕES METODOLÓGICAS INTERPRETAÇÃO/CLARIFICAÇÃO DE CONTEÚDOS E DE CONCEITOS/NOÇÕES BÁSICAS—
Sugere-se que:
· se seleccionem episódios de resistência aos Romanos que realcem a acção de indivíduos e/ou grupos;
· se relacione a conquista da Península Ibérica pelos Romanos, com a sua localização e com os recursos naturais aí existentes;
· se limite o estudo da romanização a uma simples identificação de testemunhos histórico-culturais (edifícios, estradas, língua latina e Cristianismo);
· se utilizem as unidades fundamentais de medida do tempo histórico (ano e século;
· se efectue uma aproximação ao conceito de era abordado na perspectiva de um método da datação (a. C. e d. C.).
TÉCNICAS/ACTIVIDADES—
Sugerem-se, entre outras, as seguintes actividades:
· continuação da organização do atlas da aula;
· início da construção de um friso cronológico;
· observação e interpretação de mapas do mundo romano no século III a. C. e no século I d. C.;
· observação/leitura e comentário de gravuras, diapositivos, filmes ou banda desenhada sobre aspectos da civilização romana;
· recolha pelos alunos de postais, gravuras e textos sobre vestígios da permanência romana em território ibérico;
· visita de trabalho, integrada nas actividades da Área-Escola, a local com vestígios da permanência romana ou a museus com colecções de vestígios arqueológicos dessa época.
NÚMERO DE AULAS PREVISTAS — 3

 

 

 

PLANIFICAÇÃO: 1. A PENÍNSULA IBÉRICA - LUGAR DE PASSAGEM E DE FIXAÇÃO

 
1. A PENÍNSULA IBÉRICA — LUGAR DE PASSAGEM E DE FIXAÇÃO
1.1 AMBIENTE NATURAL E PRIMEIROS POVOS
1.1.1 A Península Ibérica na Europa e no Mundo
· Importância da posição da Península Ibérica
1.1.2 Características naturais da Península Ibérica
· Traços morfológicos e principais rios
· Clima e vegetação natural
1.1.3 Os recursos naturais e a fixação humana
· As primeiras comunidades recolectoras
· As comunidades agro-pastoris
· Contactos com povos mediterrâneos
Conceitos/noções básicas:
· Globo terrestre*
· Mapa*
· Planisfério*
· Atlas*
· Continente*
· Oceano*
· Equador*
· Rosa dos Ventos*
· Hemisfério*
· Costa*
· Escala
· Legenda
· Península*
· Planalto*
· Montanha*
· Vale*
· Temperatura*
· Precipitação
· Vegetação natural
· Rede hidrográfica
· Recurso natural
· Utensílio*
· Recolecção
· Nómada
· Sedentário
· Pastorícia*
· Agricultura*
· Itinerário
· Documento
OBSERVAÇÕES/SUGESTÕES METODOLÓGICASINTERPRETAÇÃO/CLARIFICAÇÃO DE CONTEÚDOS E DE CONCEITOS/NOÇÕES BÁSICAS —
Sugere-se que:
· se evidencie a posição da Península Ibérica na Europa, entre o mar Mediterrâneo e o oceano Atlântico e a sua inserção em espaços territoriais mais vastos (a Europa e o Mundo);
· se localize o continente europeu em relação aos outros continente europeu em relação aos outros continentes e aos oceanos, salientando os principais contrastes na forma e dimensão.
· se inicie a construção do conceito de escala através da observação e comparação de mapas de escalas diferentes;
· se efectue o estudo dos traços morfológicos da Península Ibérica de forma simples, localizando os principais acidentes morfológicos e os principais rios;
· se efectue o estudo das características gerais do clima, evidenciando apenas os contrastes Verão e Inverno e a existência de variações climáticas regionais (em termos de mais quente, mais frio, mais chuvoso e mais seco);
· se saliente a relação entre o clima e a vegetação natural e a evolução dessa vegetação por acção do homem, referindo-se os principais recursos naturais oferecidos às comunidades que se fixaram na Península Ibérica (alimentação, produção de vestuário e de utnesílios);
· se refiram os aspectos mais significativos da vida quotidiana das comunidades recolectoras e das agro-pastoris, embora de forma sumária e sem a preocupação da análise do processo evolutivo;
· se efectue o estudo das comunidades agro-pastoris com base em exemplos das comunidades castrejas;
· se identifique, relativamente aos povos mediterrâneos que contactaram a Península Ibérica, apenas o local de origem, a sucessão de chegada de Fenícios, Gregos e Cartagineses e se relacione a chegada destes povos com a atracção exercida pelos recursos naturais existentes na península Ibérica;
· se efectue uma primeira sensibilização ao conceito de documento, através da identificação de vestígios materiais, sem recorrer, no entanto, à classificação de fontes;
· se utilizem como referentes temporais apenas «antes de», «depois de» e «há muitos milhares de anos».
·
TÉCNICAS/ACTIVIDADES—
Sugere-se, entre outras, as seguintes actividades:
· início da organização do atlas da aula;
· manuseamento de globos e mapas (planisférios, mapas da Europa e da Península Ibérica);
· recorte de notícias de jornais e recolha de selos, postais, fotografias, etc., localizando, em planisférios feitos pelos alunos, os países ou continentes a que eles se referem;
· análise da frequência dos documentos obtidos e sua relação com factores de proximidade geográfica;
· leitura comparativa e tratramento gráfico dos dados numéricos relativos às áreas dos continentes e oceanos;
· observação da mapa hipsométrico da Península Ibérica e representação das principais manchas de relevo e dos principais rios, em mapas a elaborar pelos alunos;
· leitura e registo de valores da temperatura e precipitação no meio local, utilizando aparelhos de medida e construção dos respectivos gráficos;
· observação de gráficos de temperatura e precipitação em diferentes locais da Península Ibérica e comparação com os realizados para o meio local;
· observação de mapas de distribuição da precipitação na Península Ibérica e comparação com o mapa hipsométrico;
· observação e comentário de gravuras, diapositivos e diaporamas representando aspectos da vida quotidiana das comunidades recolectoras e agro-pastoris;
· análise e comentário de notícias ou reportagens sobre estações ou descobertas arqueológicas relacionadas com estas comunidades;
· registos pelos alunos em mapas-mundos dos itinerários de Fenícios, Gregos e Cartagineses;
· visita de trabalho a uma estação arqueológica ou a museus com colecções de vestígios arqueológicos desta época, caso existam no local onde a escola se insere.
NÚMERO DE AULAS PREVISTAS — 14

 

 

 

PLANIFICAÇÃO: 2.2. PORTUGAL NO SÉCULO XIII

 
2.2 PORTUGAL NO SÉCULO XIII
2.2.1 O reino de Portugal e do Algarve
· A dimensão e as fronteiras
· Os traços morfológicos e os principais rios
· Os recursos naturais
2.2.2 A Vida quotidiana
· Nas terras senhoriais
· Nos mosteiros
· Nos concelhos
· Na Corte
Conceitos/noções básicas:

· Território*
· Barreira
· Zona temperada
· Caudal
· Actividade económica
· Produção artesanal*
· Comércio*
· Comércio interno
· Freira*
· Comércio externo
· Grupo social
· Clero
· Nobreza
· Povo
· Burguês
· Concelho
· Carta de foral
· Grupo privilegiado
· Ordem religiosa
· Ordem religiosa militar
· Mosteiro

ARTICULAÇÃO COM OS OBJECTIVOS GERAIS—
Com o tratamento deste subtema pretende-se que os alunos:
· reconheçam os principais contrastes na distribuição dos elementos naturais em Portugal;
· relacionem a organização do espaço português no século XIII, com elementos naturais e humanos
· desenvolvam os conceitos de diferença/contraste através do conhecimento da distribuição das diferentes actividades económicas e dos modos de vida dos diversos grupos sociais;
· distingam diferenças entre este período e a nossa época, sensibilizando-se para o conceito de mudança;
· reconheçam no património cultural testemunhos deste período, sensibilizando-se para os conceitos de permanência e de mudança;
· desenvolvam as sensibilidade estética através da apreciação de criações artísticas e literárias.
OBSERVAÇÕES/SUGESTÕES METODOLÓGICASINTERPRETAÇÃO/CLARIFICAÇÃO DE CONTEÚDOS E DE CONCEITOS/NOÇÕES BÁSICAS—
Sugere-se que:
· se refira a constituição definitiva do território nacional;
· se salientam os contrastes morfológicos norte/sul e litoral/interior, localizando os principais alinhamentos montanhosos (Gerês/Montemuro, Cordinheira Central, Serra Algarvia), as principais planícies e os principais rios;
· se evidencie a distribuição da temperatura e da precipitação em Portugal continental, salientando a existência de variações climáticas regionais;
· se saliente a distribuição das principais espécies vegetais (folha caduca e folha persistente, referindo a existência, na época, de extensas, florestas, de matagais e de áreas pantanosas;
· se evidencie a importância dos rios como meio de comunicação e o seu papel de barreira ou de ligação entre os lugares;
· se efectue o estudo da costa, localizando os principais acidentes;
· se refiram os recursos naturais existentes, sempre em relação com as actividades económicas (agricultura, pastorícia, pesca, comércio marítimo, actividades artesanais), salientando a precaridade das condições de vida resultante da extrema dependência relativamente aos elementos naturais;
· se caracterize a vida qutodiana dos diferentes grupos sociais a partir de situações concretas: um senhorio, um mosteiro, um concelho, a Corte, evidenciando as diferenças/contrastes entre as actividades desses grupos (trabalho/lazer, alimentação, habitação, vestuário, privilégios e obrigações);
· se destaque a actividade realigiosa e cultural como diferenciadora do clero em geral, acentuando também o seu papel noutras actividades;
· se evidencie, na abordagem da vida quotidiana nos concelhos, e relativa autonomia concedida aos moradores dos concelhos urbanos, através de carta de foral;
· se refira a existência de comércio interno (feiras e mercados), de comércio externo e o papel dos burgueses nestas actividades;
· se identifiquem monumentos representativos deste período sem preocupação de os classificar quanto ao estilo arquitectónico;
· se associe à vida na Corte a figura e a acção governativa de D. Dinis.


TÉCNICAS/ACTIVIDADES—
Sugerem-se, entre outras, as seguintes actividades:
· continuação da organização do atlas da aula;
· continuação da construção do friso cronológico;
· observação do mapa de Portugal no século XIII, reconhecimento das suas fronteiras e comparação com períodos anteriores;
· observação do mapa hipsométrico de Portugal continental e representação dos acidentes naturais mais significativos em mapas a elaborar pelos alunos;
· contrução e interpretação swumária de gráficos com a distribuição da temperatura média anual e da precipitação em estações meteorológicas de Portugal; comparação com os registos anteriormente realizados;
· leitura de documentos e textos adaptados referentes à importância dos portos fluviais e marítimos para as comunicações da época;
· sobreposição de mapas que permitam a comparação da linha da costa nos séculos XIII e XIV com a linha da costa actual;
· observação de mapas representando as principais feiras e circuitos a este período;
· análise e comentários de documentos adaptados e textos relativos, diaporamos e banda desenhada relativos a este período;
· análise e comentário de documentos adaptados e textos relativo a este período (aspectos da vida social e cultural);
· dramatização de aspectos da vida quotidiana dos diversos grupos sociais;
· levantamento, feito pelos alunos, de vestígios, a nível regional da época em estudo;
· visita de estudo a monumentos característicos deste período existentes na região;
· actividades multidisciplinares com Língua Portuguesa, Educação Musical e com Educação Visual e Tecnológica.
NÚMERO DE AULAS PREVISTAS — 14

 

 

 

 

PLANIFICAÇÃO: 2.3. 1383/85 - UM TEMPO DE REVOLUÇÃO

 
2.3. 1383/85 — UM TEMPO DE REVOLUÇÃO
2.3.1 A morte de D. Fernando e o problema da sucessão
2.3.2 As movimentações populares e os grupos em confronto
2.3.3 A resistência à invasão castelhana
2.3.4 A consolidação da independênciaConceitos/noções básicas:
· Revolução
· Dinastia
· Crónica
· Cortes
ARTICULAÇÃO COM OS OBJECTIVOS GERAIS—
Com o tratamento deste subtema pretende-se que os alunos:
· reconheçam a revolução de 1383/85 como um conjunto de acontecimentos que produziram mudanças significativas;
· reconheçam a acção de indivíduos e de grupos no processo de revolução;
· reconheçam valores éticos patentes em acções individuais ou colectivas.

OBSERVAÇÕES/SUGESTÕES METODOLÓGICASINTERPRETAÇÃO/CLARIFICAÇÃO DE CONTEÚDOS E DE CONCEITOS/NOÇÕES BÁSICAS —
Sugere-se que:
· se aborde o problema da sucessão de uma forma suscinta, sublinhando-se, fundamentalmente, a não aceitação de D. Beatriz, como rainha, por parte das camadas populares e de alguns elementos da nobreza;
· se evidencie o carácter revolucionário dos movimentos populares, relacionando-os com as difíceis condições de vida e destacando a acção de algumas figuras;
· se refiram aspectos importantes da acção do Mestre de Avis e de Nuno Álvares Pereira, bem como de outras figuras que se evidenciaram no confronto social e político, nomeadamente Álvaro Pais e João das Regras;
· se sublinhe a importância das Cortes de Coimbra na legitimiação do novo rei;
· se evidencie o carácter decisivo da batalha de Aljubarrota na resolução do conflito.
TÉCNICAS/ACTIVIDADES —
Sugerem-se, entre outras, as seguintes actividades:
· continuação da organização do atlas da aula;
· continuação da construção do friso cronológico;
· leitura do quadro genealógico com a linha de sucessão de D. Pedro I;
· leitura e comentário de extractos adaptados da Crónica de D. Fernando e da Crónica de D. João I, de Fernão Lopes;
· dramatização de episódios relacionados com a revolução de 1383/85, em articulação com as actividades da Área-Escola;
· observação/leitura e comentário de gravuras, diapositivos, diaporamos ou banda desenhada relativos a este período;
· observação e interpretação de mapas com a indicação dos intinerários das invasões castelhanas e a localização dos principais confrontos militares;
· elaboração de pequenas biografias de figuras que se destacaram durante a Revolução.
NÚMERO DE AULAS PREVISTAS — 4

 

 

 

PLANIFICAÇÃO: 2.4. PORTUGAL NOS SÉCULOS XV E XVI

 
2.4. PORTUGAL NOS SÉCULOS XV E XVI
2.4.1 De Portugal às ilhas e ao Cabo da Boa Esperança
2.4.2 A chegada à Índia e ao Brasil
2.4.3 O Império Português no século XVIArquipélagos da Madeira e dos Açores:
· os traços morfológicos e os cursos de água;
· o clima e a vegetação natural;
· recursos naturais, colonização e actividades económicas.
Os territórios na África, Ásia e América:
· os recursos naturais e as actividades económicas;
· a diversidade étnica e cultural das populações;
· colonos, mercadores e missionários.
2.4.4 A vida urbana no século XVI — Lisboa quinhentista
· O crescimento da cidade
· O porto de Lisboa e o comércio
· A corte e as criações culturais
Conceitos/noções básicas:
· Expansão marítima
· Arquipélago*
· Vento
· Corrente marítima
· Meridiano
· Paralelo
· Caravela
· Nau
· Carta náutica
· Astrolábio
· Quadrante
· Capitania
· Missionação
· Colonização
· Escravo
· Etnia
· Migração
· Emigração
· Imigração
· Planta*
· Situação
· Monopólio
· Especiarias
· Arte Manuelina
ARTICULAÇÃO COM OS OBJECTIVOS GERAIS—
Com o tratamento deste subtema pretende-se que os alunos:
· relacionem a expansão marítima com factores físicos e humanos, sensibilizando-se para os conceitos de interacção/causalidade;
· reconheçam o contributo das grandes viagens para o conhecimento da Terra; reconheçam os principais contrastes na distribuição dos elementos naturais, nos arquipélagos da Madeira e dos Açores;
· reconheçam diferenças nos modos de vida dos povos contactados pelos Portugueses;
· desenvolvam os conceitos de diferença/contraste através do conhecimento dos modos de vida dos vários grupos sociais da Lisboa quinhentista;
· distingam diferenças entre este período e a nossa época, sensibilizando-se para o conceito de mudança;
· reconheçam valores patentes em acções individuais ocorridas no quadro da expansão marítima;
· desenvolvam atitudes de respeito para com povos de culturas diferentes;
· reconheçam alterações que a expansão operou em Portugal e noutras regiões do mundo, sensibilizando-se para os conceitos de interacção/causalidade.

OBSERVAÇÕES/SUGESTÕES METODOLÓGICASINTERPRETAÇÃO/CLARIFICAÇÃO DE CONTEÚDOS E DE CONCEITOS/NOÇÕES BÁSICAS —
Sugere-se que:
· se efectue o estudo das viagens de exploração altântica de forma sucinta, acentuando-se a progressão espacial e referindo-se a importância dos ventos e das correntes marítimas nas rotas seguidas;
· se destaque a acção do Infante D. Henriques e de D. João II nas iniciativas de expansão marítimas, e se refiram algumas motivações para a realização das viagens;
· se seleccione a viagem de Vasco da Gama ou de Pedro Álvares Cabral para exemplificação das condições concretas das grandes viagens marítimas;
· se localizem os territórios do Império Português no século XVI, evidenciando a posição das ilhas atlânticas relativamente aos continentes europeu, africano e americano;
· se evidenciem, no estudo dos traços morgológicos dos arquipélagos da Madeira e dos Açores alocalização das maiores e menores altitudes, a disposição do relevo em relação à costa e as características dos cursos de água, referindo os condicionalismos impostos à fixação humana pelo relevo;
· se evidencie a distribuição da temperatura e da vegetação nos dois arquipéalgos, salientando a existência de variações climáticas regionais;
· se refiram as condições climáticas regionais;
· se refiram as condições climáticas e de vegetação que permitiram a fixação de colonos e a intordução de novas espécies vegetais;
· se aborde de forma sucinta a diversidade étnica e cultural das populações dos territórios na África, América e Ásia, destacando as características mais facilmente observáveis realtivas aos modos de vida dominantes;
· se acentue o papel de colonos mercadores e missionários na dinamização de permutas culturais;
· se evidencie a situação da cidade de Lisboa em relação ao País e à região e a importância do sítio, referindo o papel das ribeiras e vales que permitiram o crescimento da cidade, bem como a construção de duas cercas sucessivas e a expansão;
· em direcção ao Terreiro do Paço, Ribeira e Santos;
· se refiram, de forma sucinta, como aspectos marcantes da vida quotidiana no porto da Lisboa quinhentista: o movimento comerical marítimo, a vida dos burgueses e da gente do mar, a permanência de mercadores estrangeiros, a existência de elevado número de escravos, a movimentação das gentes, a construção naval e as actividades artesanais;
· se sublinhe a importância da Corte como centro cultural, destacando as principais criações deste período.
TÉCNICAS/ACTIVIDADES—
Sugerem-se, entre outras, as seguintes actividades:
· continuação da organização do atlas da aula;
· continuação da construção do friso cronológico;
· registo, num planisfério, de intinerários seguidos pelos navegadores;
· observação de mapas com as correntes máritimas e os ventos, e comparação com as rotas seguidas;
· observação e interpretação de mapas com as áreas do Império Português no século XVI;
· observação e interpretação de mapas hipsométricos das ilhas;
· observação de gráficos de temperatura e precipitação, de estações meteorológicas situadas nos arquipélagos;
· observação e interpretação sumária de mapas com a distribuição da precipitação nas Ilhas e sia comparação com o mapa hipsométrico; museu com testemunhos deste período;
· actividades multidisciplinares com Língua Portuguesa, Educação Visual e Tecnológica, Educação Musical e Ciências da Natureza.
NÚMERO DE AULAS PREVISTAS — 16

 

PLANIFICAÇÃO: 2.5. DA UNIÃO IBÉRICA À RESTAURAÇÃO

 
2.5 DA UNIÃO IBÉRICA À RESTAURAÇÃO
2.5.1 A morte de D. Sebastião e a sucessão ao trono
2.5.2 O domínio filipino e os levantamentos populares
2.5.3 A revolta do 1.º de Dezembro de 1640 e a Guerra da RestauraçãoConceitos/noções básicas:
· Restauração
· Motim
ARTICULAÇÃO COM OS OBJECTIVOS GERAIS—
Com o tratamento deste subtema pretende-se que os alunos:
· reconheçam acontecimentos que produziram alterações em Portugal neste período, sensibilizando-se para os conceitos de interacção/causalidade;
· reconheçam a acção de indivíduos ou grupo na resistência ao domínio espanhol;
· reconheçam valores éticos patentes em acções individuais ou colectivas.

OBSERVAÇÕES/SUGESTÕES METODOLÓGICAS INTERPRETAÇÃO/CLARIFICAÇÃO DE CONTEÚDOS E DE CONCEITOS/NOÇÕES BÁSICAS—
Sugere-se que:
· se referencie, na abordagem à crise política surgida com a morte de D. Sebastião, a batalha de Alcácer-Quibir e se identifiquem os principais pretendentes à sucessão do Cardeal D. Henrique;
· se refira a acção de D. António Prior do Grato como tentativa de resistência à invasão de Portugal pelo exército espanhol e à instauração da União Ibérica;
· se destaquem, na abordagem ao período filipino, a duração da União Ibérica e os motins populares, surgidos no final deste período, como manifestações de descontentamento face ao domínio espanhol e às difícies condições de vida;
· se baseie o tratamento da Revolta de 1640 na descrição/narração dos principais acontecimentos quie estiveram na origem da subida ao poder de D. João IV;
· se efectue uma referência à longa duração da Guerra da Restauração e se seleccionem, para descrição e se seleccionem, para descricção/narração, alguns episódios militares deste período.
TÉCNICAS/ACTIVIDADES—
Sugerem-se, entre outras, as seguintes actividades:
· continuação da organização do atlas da aula;
· continuação da construção do friso cronológico;
· análise de árvores genealógicas simplificadas com a ascendência de Filipe II, de D. António Prior do Crato e de D. João IV;
· observação de um mapa de localização das principais batalhas e das principais localidades fortificadas neste período;
· análise e comentário de textos e/ou documentos adaptados relativos a este período;
· observação/leitura e comentário de gravuras, diapositivos, diaporamas, filmes ou banda desenhada relacionados com acontecimentos ocorridos neste período;
· visita a locais onde existam fortalezas da época, caso esses locais estejam próximos do local onde os alunos vivem;
· dramatização de episódios relacionados com a restauração da independência, em articulação com as actividades da Área-Projecto.
NÚMERO DE AULAS PREVISTAS — 4